Em nome da paz?

De um lado, o discurso em defesa da paz; de outro, a preparação para a guerra. Custa caro, muito caro. Mas não fosse um negócio lucrativo, os Estados Unidos não investiriam seus dólares na pesquisa e na fabricação de armas cada vez mais poderosas. Na quinta-feira desta semana, a mais nova foi testada no Havaí (foto Reuters).  Quando for usada para valer, a Advanced Hypersonic Weapon destruirá cada um de seus objetivos, em qualquer parte do mundo, em menos de duas horas, anunciou porta-voz do Pentágono.

A superbomba é de cinco a dez vezes mais rápida que o som (343 metros por segundo), podendo percorrer até 12.348 quilômetros por hora (entre 1.715 e 3.430 metros por segundo). Ao contrário dos mísseis atualmente usados, a rota de voo da nova arma se mantém paralela ao espelho do mar. Quando disparada, não chega à altura de um míssil, informa a Fox News. E como não se trata de arma atômica, não precisa da autorização dos governos dos países para sobrevoá-los.

Claro, em nome da paz. Que, aliás, também foi o objetivo das bombas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki, no Japão. E haja ingênuo para aceitar tanta hipocrisia.

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