Na terra da rainha

Tracey Cunningg, de Sussex, com seu galo vencedor na sua categoria

São realmente muito estranhos os súditos da rainha Elizabeth II, do Reino Unido da Grã-Bretanha. Apegados a rituais, o tradicional chá das cinco é um deles, chamam a atenção do mundo também pela fleugma com que exibem excentricidades como, por exemplo, os chapeus com que as mulheres vão a casamentos e frequentam o Jockey Club.

 E essa excentricidade tem outras versões. Uma delas é cheia de asas, penas, bicos e cristas. É o concurso em que escolhem a ave mais bonita – pato, galo, ganso. Essa competição é realizada desde 1877, no Poultry Club, e tem várias etapas, todas elas levadas com muita seriedade pelo corpo de jurados.

No final, uma festa para os vencedores, com direito a um lugar no pódio. Quem os vê ali garante que alguns criadores – homens e mulheres – se parecem muito com suas criaturas cobertas de penas. Apresentam-se, inclusive, com o figurino e a cor do cabelo em harmonia com suas aves.

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