Publicar ou não? Essa pergunta se refere aos textos – são contos, são crônicas? – que fui construindo e deixando na gaveta. Agora, para o bem e para o mal, resolvi tirá-los de lá, dando-lhes um espaço neste blog, como Contos. Não sei o que será deles, ambientados entre as montanhas verdes da minha infância, onde, provavelmente, nasceram as inquietações que seus personagens fictícios expressam em diferentes situações e conversas igualmente fictícias. Por isso, embora sejam frutos da imaginação, há um toque de realidade nesses personagens e nas circunstâncias em que se movimentam.

Para libertá-los da escuridão da gaveta conto com a ajuda verdadeiramente preciosa de um artista: Gilian Gomes, que conheci quando trabalhava no Sebrae/RS, onde criei a revista Tempo de Agir tendo-o como diagramador e responsável pelo projeto gráfico.  Gilian nasceu em Porto Alegre, no dia 27 de maio de 1984. “Sou geminiano nato e levei um tempo para saber o que queria ser, mas quando decidi sabia que tinha feito a escolha certa”, diz.

Em 2007, ele se formou em Design, que define como “uma de minhas paixões, embora a arte sempre esteja em primeiro lugar”. Aliás, esse foi, provavelmente, o motivo pelo qual quis estudar Design, “uma forma de me expressar por meio do visual”. No momento, Gilian quer seguir sua profissão, mas apostando muito também em sua criatividade como ilustrador. E avisa que  “pintura, esculturas e artes manuais também estão nos meus planos”.

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