ACIRs exibe Turandot segundo Zeffirelli

É muito cruel essa princesa: Turandot é a protagonista é nome da última ópera composta por Giacomo Puccini em 1926. O cenário é a China, onde a princesa sacrifica todos os pretendentes que não conseguem solucionar os enigmas que ela propõe. O desafio é aceito por um príncipe desconhecido, Caláf. 

Nesta sexta-feira, a versão suntuosa da história produzida pelo diretor de cinema Franco Zeffirelli e gravada no Metropolitan Opera House, será apresentada no Venerdì Culturale da ACIRs Unidade Bom Fim (avenida Osvaldo Aranha 744, Porto Alegre). A exibição terá início às 19h, com legendas em italiano e comentários em português a cargo do barítono Mateus Dossin.  Entrada franca.

A soprano húngara Eva Marton, até então mais conhecida pela interpretação de personagens das óperas de Richard Wagner, e o tenor espanhol Plácido Domingo estão nos papéis principais da obra. Ela vive Turandot. Ele é Caláf, o desconhecido que a desafia. O último ato inclui uma das árias mais famosas do mundo operístico. É Nessun Dorma (Ninguém Durma), em que Caláf canta que a ordem dada pela princesa – ela determina que ninguém deve dormir até que o nome dele seja descoberto – terá resultado.

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